
A Opy Health anuncia sua entrada no Registro Público de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), a maior plataforma nacional de consolidação de informações sobre o tema. A iniciativa, voluntária, reforça o compromisso da companhia com a transparência e a governança corporativa de suas operações.
Na prática, a empresa continuará mensurando suas emissões de gases de efeito estufa, atividade que realiza desde 2021, mas agora disponibilizará esses dados em uma base pública. “Esse movimento fortalece a comunicação com a sociedade sobre os impactos das nossas operações e nos coloca em alinhamento com os grandes players do setor de saúde, que também divulgam seus inventários na plataforma”, explica Rebecca Sampaio, gerente de Sustentabilidade e Compliance da Opy Health.
A adesão ao Registro Público é parte de uma estratégia mais ampla de responsabilidade socioambiental da Opy. “Mensurar os impactos é o primeiro passo para identificar oportunidades de mitigação e redução de emissões. Ao tornar público esse trabalho, reforçamos a qualidade da nossa gestão e mostramos que estamos genuinamente engajados em gerar impactos positivos para o meio ambiente e para a comunidade”, complementa Rebecca.
Entre os avanços mais recentes, a Opy capacitou colaboradores do time de sustentabilidade na metodologia do GHG Protocol, permitindo que os cálculos de emissões de gases de efeito estufa sejam realizados internamente, sem a necessidade de consultoria externa. Como resultado, os inventários da companhia conquistaram o Selo Prata, que atesta a cobertura completa das emissões de Escopos 1 e 2. O próximo passo é alcançar o Selo Ouro, que depende da verificação independente dos inventários por uma terceira parte.
Além disso, a Opy está implementando um software para automatizar os cálculos mensalmente, ampliando o controle sobre as emissões e possibilitando maior agilidade na tomada de decisões. Esse avanço tecnológico se soma ao papel essencial das áreas operacionais, responsáveis por fornecer dados como consumo de combustíveis, gases refrigerantes e geração de resíduos. São justamente essas informações que alimentam o sistema de cálculo do GHG Protocol, desenvolvido pela FGV, e que permitem converter os insumos em toneladas de CO₂ emitidas na atmosfera.
“Nossa entrada no Registro reforça o nosso compromisso com a sustentabilidade e esperamos que ela sirva de inspiração aos nossos clientes, parceiros e fornecedores para multiplicar impactos positivos no meio ambiente e na comunidade”, finaliza Rebecca.
